
Rosa negra,
tão bela és.
Rosa cândida,
de leve perfume.
Sem espinhos para tocar,
espera a aurora
sussurrando cantares
enquanto se embala ao vento.
Formosa ao amanhecer,
de tão inocente ser.
Veste-se de orvalho e encanto,
esperando o sol aquecer.
Leva olhares de ciúme,
afagos de quem ama,
desprezo por ser bela,
e sorrisos ternos, muitos.
(escrito por mim)
6 comentários:
Olá Xana,
Que bela é a sua escrita. Que bela e profunda é a sua "rosa"!
É uma felicidade poder ler os seus poemas, impregnados de doce ternura e amor!
Beijinho,
Renato
Maravilhoso poema! Magno em profundidade, cândido nos sentires, lindo pela forma. Comove-nos e nos faz pensar demais.
Beijos carinhosos, com aroma de rosas, do João
Obrigado renato...como é bom saber que temos alguém que nos lê!
Feliz Natal :)
Esta rosa pode ser qualquer um de nós, e sentir o que ela sente.
Fique bem João, e volte sempre.
Beijo de BOas festas :)
Ei!
Obrigada pela visita!
Achei lindo seus versos.
profundos e bonitos!
Voltarei em breve, e espero que vc volte à minha Aquarela! também!
Grande abraço!
Poemar raro para uma rosa negra.
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