sábado, 20 de dezembro de 2008

Rosa


Rosa negra,
tão bela és.
Rosa cândida,
de leve perfume.
Sem espinhos para tocar,
espera a aurora
sussurrando cantares
enquanto se embala ao vento.
Formosa ao amanhecer,
de tão inocente ser.
Veste-se de orvalho e encanto,
esperando o sol aquecer.
Leva olhares de ciúme,
afagos de quem ama,
desprezo por ser bela,
e sorrisos ternos, muitos.
(escrito por mim)
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